Conhecer-me

      Ficha Biográfica:

Nome: Rolando Osvaldo Esteves Barradas Coelho
Morada: Lugar de Matos - Areias
4780 Santo Tirso
Telefone: (052) 56694
Nasci a: 7 de Fevereiro de 1974,
em Vila Nova de Famalicão.

Estudante do 5o Ano
de Engenharia de Sistemas e Informática,
na Universidade do Minho

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      Resumo de uma vida ...

        7 de Fevereiro de 1974, V.N. de Famalicão. Nasci...
        Sempre moramos nos arredores de Santo Tirso, cidade onde sempre estudei, até ao 10o ano. Lá frequentei a escola primária, o ciclo preparatório e a Escola Secundária Tomaz Pelayo, onde estudei na àrea de Economia. No 10o ano, mudei de ideias e decidi dedicar-me à Informática, tendo, para isso, mudado de escola, visto na que eu andava não existirem cursos de informática. Passei, então a frequentar o Instituto Nun'Alvres, colégio da Companhia de Jesus, situado nas Caldas da Saúde, Santo Tirso. Após três anos de estudo árduo, chegou a altura de ingressar na Universidade. Tendo já ouvido falar muito bem da Universidade do Minho, e em particular, do curso de Engenharia de Sistemas e Informática, nem sequer hesitei, colocando o referido curso no primeiro lugar da minha lista de preferências. Como os três anos no secundário, apesar de trabalhosos, tinham sido muito compensadores, em termos de notas, eu tinha quase a certeza que conseguiria entrar para o curso que queria. No entanto, por descargo de consciência, decidi colocar mais um curso, também na UM, que, mais tarde durante a praxe, viria a descobrir ser o grande rival de Sistemas. Já adivinham que curso foi, não já??? Pois claro... foi MCC, Matemática e Ciências de Computação.

        Setembro de 92. Entrei... sempre consegui ir para Sistemas. Começou o ano, e com ele a tradicional praxe. Apesar de, por tradição, a Praxe de Sistemas ser a mais dura e dificil de toda a Academia Minhota, eu, talvez por tentar não dar muito nas vistas, fui bastante poupado, não sendo um dos alvos preferênciais da ira dos Engenheiros. Entretando o tempo ia passando. Esse tempo de praxe foi muito produtivo, em termos de amizades, pois os melhores caloiros que encontrei, continuam, aínda hoje, a ser os MELHORES Engenheiros que conheço. Foi uma altura em que criei muito boas amizades...
        Por fim os tempos de praxe acabaram. Acabaram o primeiro e segundos anos.
        Chegamos ao terceiro ano, em que, por direito, iria exercer os castigos da praxe. Foi uma praxe muito divertida, apesar de eu não ser dos praxantes mais activos. Ela serviu para conhecer os caloiros e estabelecer mais alguns laços de amizade. Entretanto o tempo, sem se dar por isso, continuava a passar... E lá se acabou o mais um ano.

        Pois bem, já chegamos ao quarto ano.. Tal como no ano anterior, fiz parte da Comissão de Praxe. Também como no ano anterior, não fui um praxante muito severo, apesar de bastante assíduo. Foram os meses em que eu mais vadiei durante toda a minha vida. É claro que toda essa vadiice se reflectiu nas notas de fim de semestre... mas nada que não se arranje em Setembro. Para o ano já sei ... Nada de vadiice durante a praxe.

        E cá estamos nós. Em Março, prestes a entrar nas férias da Páscoa, e o tempo passa, passa, ...

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